40h de aulas teóricas na plataforma online
Videoaulas com mentores nacionais e internacionais, com acesso por 12 meses, para preparar o treinamento e revisar quando quiser.
Curso hands-on de endoscopia de coluna
O EndoColuna Cadaverlab é um treinamento de cirurgia endoscópica de coluna para ortopedistas e neurocirurgiões. Combina aulas teóricas online com imersão prática em cadáver fresco, em São Paulo, com supervisão de instrutores nas técnicas uniportal e biportal (UBE).
Como funciona
O curso combina uma plataforma de aulas teóricas, para estudar no seu ritmo antes e depois do treinamento, com dois dias presenciais em São Paulo: um de aulas e discussão com os instrutores e outro de prática supervisionada em cadáver fresco.
Videoaulas com mentores nacionais e internacionais, com acesso por 12 meses, para preparar o treinamento e revisar quando quiser.
Dia 1: aulas presenciais sobre fundamentos, técnicas uniportal e biportal (UBE) e complicações, com discussão após cada tema. Dia 2: cadaver lab com supervisão dos instrutores.
Aulas teóricas na plataforma online, para chegar preparado à parte presencial.
Fundamentos, técnicas uniportal e biportal, complicações e terapias físicas, com discussão após cada tema.
Briefing de segurança e rotação entre as estações práticas no Quirontec, com instrutores ao lado.
Certificado, acesso à plataforma por 12 meses e discussão de casos com os especialistas.
A endoscopia de coluna tem uma curva de aprendizado exigente, porque o cirurgião opera guiado por imagem de vídeo e precisa construir percepção espacial em duas dimensões na tela. O treino em cadáver permite praticar antes da aplicação clínica e complementa, sem substituir, a formação supervisionada.
Errar e corrigir sem expor pacientes.
Reconhecer planos, estruturas e referências pela ótica do endoscópio.
Mais tempo de mão no instrumental, com feedback imediato.
Treinar a resposta a situações difíceis antes que apareçam.
Baseado em evidência
A técnica endoscópica exige volume de casos até ficar estável. Os números abaixo vêm de metanálises e de um inquérito internacional com cirurgiões.
O tempo cai de cerca de 95 min no primeiro caso para um platô estimado de 66 min, alcançado por volta do 59º caso.
Uma redução relativa de 80% nesse risco exigiu cerca de 41 casos na mesma metanálise (13 estudos, 864 pacientes).
Variação de 14 a 58 casos. Complicações: 14,3% no grupo inicial e 4,4% no grupo tardio.
Cursos teóricos, online ou presenciais, vieram em segundo lugar, com 17,9%.
Interpretação: os estudos usam critérios diferentes (tempo cirúrgico, complicações, resultado clínico) e, em geral, séries de um único cirurgião. Os números indicam ordem de grandeza, não metas individuais.
Para ortopedistas e neurocirurgiões com atuação em coluna.
O conteúdo vai do básico ao avançado, nas técnicas uniportal e biportal (UBE).
Hands-on
Cada etapa abaixo é uma fonte conhecida de dificuldade nos primeiros casos. No cadáver, você repete até a sequência ficar natural.
Escolha do acesso pela imagem, posição do paciente e da equipe, ergonomia da torre de vídeo.
Definir ponto de entrada e trajetória com o arco em C, reduzindo tentativas e exposição à radiação.
Assentar a cânula de trabalho no alvo (forame, faceta ou lâmina) com segurança.
Ampliar o forame com brocas ou trépanos quando a anatomia limita o acesso transforaminal.
Abrir o ligamento amarelo para entrar no canal no acesso interlaminar.
Reconhecer raiz, saco dural, disco e vasos epidurais pela ótica do endoscópio.
Remover o fragmento herniado e descomprimir a raiz com pinças e brocas endoscópicas.
Usar radiofrequência bipolar e controlar o fluxo de soro para manter o campo limpo.
Simular lesão dural, sangramento e desorientação, e treinar a resposta.
Cada acesso chega ao disco e ao canal por um caminho diferente. Selecione para ver a trajetória no corte axial.
O endoscópio entra pela região póstero-lateral, atravessa o forame intervertebral (por onde sai a raiz nervosa) e chega ao disco e ao canal sem ressecção da lâmina.
Indicação frequente em hérnias foraminais e extraforaminais e em parte das paramedianas, conforme a anatomia de cada caso.
Acesso posterior pela janela entre as lâminas, com abertura do ligamento amarelo para chegar ao canal e à raiz.
Opção comum em L5-S1, onde a janela interlaminar é ampla e a crista ilíaca pode dificultar o acesso foraminal, e em hérnias centrais ou migradas.
A cirurgia endoscópica biportal usa dois portais: um para a ótica e outro para os instrumentos, com irrigação contínua de soro.
Permite usar instrumental convencional e é empregada em descompressões, como na estenose de canal lombar.
Também abordamos o acesso endoscópico cervical. Ilustração esquemática, fora de escala.
| Critério | Transforaminal (uniportal) | Interlaminar (uniportal) | Biportal (UBE) | Microdiscectomia |
|---|---|---|---|---|
| Via de acesso | Póstero-lateral, pelo forame intervertebral | Posterior, pela janela interlaminar | Posterior, interlaminar, com dois portais | Posterior, por incisão aberta pequena |
| Portais | 1 (endoscópio com canal de trabalho) | 1 (endoscópio com canal de trabalho) | 2 (ótica e trabalho, independentes) | Não se aplica |
| Visualização | Endoscópio, imagem em vídeo | Endoscópio, imagem em vídeo | Artroscópio, imagem em vídeo | Microscópio cirúrgico |
| Meio | Irrigação salina contínua | Irrigação salina contínua | Irrigação salina contínua | Meio aéreo |
| Instrumental | Endoscópico dedicado | Endoscópico dedicado | Convencional e artroscópico | Convencional |
| Usos frequentes | Hérnias foraminais, extraforaminais e parte das paramedianas | L5-S1, hérnias centrais ou migradas, estenose de recesso | Descompressões, estenose de canal, discectomia | Discectomia lombar, referência histórica |
| Curva de aprendizado na literatura | ~21 casos para 80% do ganho de tempo; platô perto de 59 | Números semelhantes, com evidência mais incerta | Média de 37,5 casos (14 a 58) | Técnica de base na formação do cirurgião |
Curva de aprendizado segundo metanálises[1][2]. Em ensaio randomizado, a discectomia endoscópica interlaminar e transforaminal teve resultados clínicos comparáveis aos da microcirurgia em casos selecionados[4].
Fotos reais das turmas, com autorização de imagem dos participantes.
Instrutores que operam e ensinam endoscopia de coluna. Veja formação, registro profissional e publicações de cada um.
Idealizador
CRM-RS 28145 | RQE 20774
Ortopedista com atuação em cirurgia minimamente invasiva e endoscópica da coluna vertebral. Fundador e coordenador do EndoColuna.
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CRM-MG 31035 | RQE 11372
Ortopedista e cirurgião de coluna em Belo Horizonte, com atuação em técnicas minimamente invasivas. Realiza cirurgia endoscópica da coluna desde 2010 e é um…
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CRM-RS 31638 | RQE 24181
Ortopedista com residência em cirurgia da coluna vertebral e pós-graduação em medicina regenerativa. Atua em Porto Alegre com endoscopia da coluna e…
Ver perfilInstrutor
CRM-SE 2776 | RQE 1632
Ortopedista formado pela Santa Casa de São Paulo, com atuação em cirurgia endoscópica da coluna, medicina regenerativa e tratamento da dor. Atende em Aracaju.
Ver perfilInstrutor
CRM-RS 26600 | RQE 17600
Ortopedista com atuação em cirurgia da coluna no Vale dos Sinos (RS). Integra a equipe do Instituto EndoRegenera, em Novo Hamburgo.
Ver perfilOnde acontece
A imersão prática acontece em um centro de treinamento em cadáver fresco, com estrutura completa para educação médica continuada.
Lista de espera
Deixe seu contato e avisamos por e-mail e WhatsApp assim que as inscrições da próxima turma do Cadaverlab abrirem, antes da divulgação geral. As vagas são limitadas por estação.
Guia
Sete critérios para comparar treinamentos antes de investir. Use a mesma lista para avaliar o EndoColuna Cadaverlab.
Pergunte quantos procedimentos endoscópicos os instrutores fazem e se publicam ou ensinam a técnica.
Quanto menor, mais correção individual durante a prática.
Compare as horas de prática com as horas de aula. Em técnica endoscópica, a repetição pesa mais.
Torre de vídeo, óticas, fluoroscopia e instrumental iguais aos que você vai usar.
Turmas para iniciantes e avançados não devem misturar objetivos.
Exija informação sobre origem legal e documentação dos espécimes anatômicos.
Feedback individual, certificado com carga horária e caminho para casos supervisionados depois do curso.
| Aspecto | Cadáver | Modelo sintético | Simulador virtual | Casos supervisionados |
|---|---|---|---|---|
| Anatomia e tecido | Reais | Aproximados | Virtuais | Reais |
| Repetição sem risco ao paciente | Sim | Sim | Sim | Não |
| Fluoroscopia e instrumental reais | Sim | Em geral, sim | Não | Sim |
| Sangramento e irrigação | Limitados | Limitados | Simulados | Reais |
| Melhor momento | Antes dos primeiros casos | Primeiros contatos com a técnica | Coordenação inicial | Depois do treino prático |
Em laboratório com modelo sintético e cadáver, o conforto relatado com o acesso transforaminal subiu de 2,6 para 5,9 numa escala de 10[5]. As ferramentas se complementam: nenhuma substitui a prática supervisionada.
É um treinamento de cirurgia endoscópica de coluna para ortopedistas e neurocirurgiões: 40 horas de aulas teóricas online, com acesso por 12 meses, e 2 dias presenciais em São Paulo: um dia de aulas com os instrutores e um dia de cadaver lab em cadáver fresco, nas técnicas uniportal e biportal (UBE).
Em São Paulo (SP). As aulas do primeiro dia acontecem em hotel, e o cadaver lab do segundo dia no Quirontec, centro de treinamento em cadáver fresco a 10 minutos do Aeroporto de Congonhas, com serviço de traslado entre hotel e evento.
O curso vai do básico ao avançado e aprofunda as técnicas uniportal e biportal, de descompressão e de fusão, com mentoria durante a prática. Cirurgiões experientes costumam usá-lo para incorporar ou refinar a endoscopia.
Sim. A prática é supervisionada, com instrutores ao lado corrigindo a técnica, e o acompanhamento continua depois do curso, com discussão de casos.
Sim. O conteúdo inclui indicação cirúrgica, identificação dos geradores de dor (pain generators) e escolha da abordagem com base no diagnóstico clínico e nos exames de imagem.
Sim. Os alunos têm suporte dos especialistas, discussão de casos e acesso à plataforma teórica por 12 meses para revisar o conteúdo.
A endoscopia de coluna tem curva de aprendizado exigente. O treino em cadáver permite praticar acesso, orientação anatômica e manuseio dos instrumentos antes da aplicação clínica, sem expor pacientes, e complementa a formação supervisionada.
No EndoColuna, os alunos fazem rodízio entre estações de abordagem transforaminal lombar, interlaminar e biportal (UBE). Em cada uma se treinam planejamento e posicionamento, marcação com fluoroscopia, docking da cânula, foraminoplastia, abertura do ligamento amarelo, identificação de raiz e saco dural, discectomia, hemostasia com radiofrequência, controle da irrigação e resposta a intercorrências.
Não é obrigatório. O conteúdo vai do básico ao avançado, e as aulas online preparam para a prática. Se você está começando, revise anatomia e assista às aulas antes do treinamento.
Não garante. O treino em cadáver reduz o desconhecimento técnico e a desorientação inicial, mas a prática clínica deve começar por casos selecionados e, sempre que possível, com supervisão de um cirurgião experiente.
O cadáver oferece anatomia e tecido reais, com fluoroscopia e instrumental de verdade. Modelos sintéticos e simuladores ajudam nos primeiros contatos e na coordenação. As ferramentas se complementam, e em inquérito com 375 cirurgiões a simulação ou o cadáver foi apontado como o método de treino mais útil.
Técnicas uniportal (transforaminal, interlaminar, foraminoplastia e descompressão na estenose do canal lombar) e biportal (UBE), de descompressão e de fusão, além de anatomia topográfica, radiológica e endoscópica, planejamento e complicações. O programa inclui também aulas sobre terapias físicas nas patologias musculoesqueléticas, como ondas de choque, laser e campo eletromagnético.
Escolha a turma na seção Próximas turmas e use o botão de inscrição, ou fale com a equipe pelo WhatsApp.
Fontes consultadas em outubro de 2026. Conteúdo educacional para profissionais de saúde.
As vagas são limitadas. Fale com a equipe para tirar dúvidas e garantir a sua.
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